Todas as manhãs
Todas as manhãs, acordo no mesmo horário, arrumo os cabelos pra que fiquem do mesmo jeito, faço café com os mesmos utensílios e a mesma quantidade ~relativa~ de café e açúcar. Posso adoçar direto, pois é só pra mim.
Todas as manhãs, saio para a mesma parada de ônibus, tomo a mesma linha de ônibus, cumprimento e pago à mesma cobradora, que está sempre com os mesmos óculos de sol, e sento na mesma poltrona. Fileira esquerda, janela, terceiro banco. Mochila sempre no colo, pra apoiar o celular e acessar os mesmos sites, pra ler sempre os mesmos @nomedeusuário.
Todas as manhãs, o ônibus passa pelos mesmos lugares, as mesmas paisagens, os mesmos trabalhadores da construtora que sentam e riem de coisas que eles não conseguem compreender, e transporta em grande parte, as mesmas pessoas, que descem nas mesmas paradas, como aquele homem de bigodes. Elas não sentam nos mesmo bancos. Não olham pelas mesmas janelas, não fazem as mesmas caras.
Todas as manhãs, o MP3 player toca a mesma playlist. Ela tem quase trezentos itens, e mesmo assim, dá um jeito de tocar Still Loving You, versão do Sonata Arctica, ou Anemic World, do Luna Mortis/The Ottoman Empire, na versão do EP The Answer Does Not Exist ao menos uma vez.
Nas manhãs de segunda a sexta-feira, vou à mesma escola. Sento na mesma sala e vejo as mesmas pessoas. A cada semana, os horários de aulas se repetem. Não se falam dos mesmos assuntos, mas fujo deles pensando em ~por que é assim ou porque não é diferente~.
Todas as manhãs, pego o ônibus pra voltar, na mesma parada. Os mesmos estudantes estão ali junto. A mesma linha passa e o mesmo funkeiro olha com expressão de funkeiro para os que ali aguardam.
Todas as manhãs, desço no mesmo lugar, e quase sou cuspido do ônibus, pois sempre saio com pressa. Caminho pelos mesmos lugares e entro em casa do mesmo jeito.
O que diabos eu estou fazendo com a minha vida?
Por que é tão difícil separar e reagrupar átomos em localizações distintas?!?!
Estou vivendo a maior parte do tempo como uma máquina. Uma máquina que repete sempre um comando programado. Uma linha de comando que executa uma tarefa, a encerra, e a inicia novamente, indefinidamente. Uma máquina que não sabe e nunca saberá porque nem para que cumpre esse comando. Um mero espectador em minha própria existência…
Mas existe uma ocasião em que desconecto o plug e sinto-me vivo. Realmente vivo e (a tad mais) completo.
Porém, antes de mais nada, cheque fora essa foto que eu achei aqui:

Porto Alegre, dezembro de 2010.
De volta ao assunto anterior.:
~~ Quando passo tempo ~com~ minha namorada.
“Esse merdinha conseguiu uma namorada. Pff. Deve ser mentira.”
E não é.
VDD.—
Vitor G. (@vitorgalvao_) March 23, 2012
E independente das particularidades desse relacionamento, tem sido simplesmente perfeito e . Ao contrário do resto da minha existência, cada momento que eu passo ~com~ ela, é uma experiência nova, uma vida nova, uma melhor. (e cada momento ~longe~, um pequeno grande sorrow novo também, mas faz parte.)
Espero que dure bastante e que tudo vá muito bem, como tem sido até agora (sem mais interrogatórios de terceiros e tal). ♥
Tá aí. Só um comentário superficial sobre essa história de repetição impensada (essa palavra existe?) .. Não sei bem como aprofundar.. Acho que nem deveria ter começado a falar…
A lição de casa pra hoje é fazer um comentário ali embaixo sobre, no mínimo, um dos seguintes assuntos:
1 – Sobre como eu, Vitor, sou um indivíduo agradável e foda.
2 – John Titor, verdade ou farsa? Justifique.
3 – Sua visão sobre o http://vhemt.org
Mistura pra bolo me aguarda. Não se esqueçam de fazer a lição, criançada! ~le abana lencinho~
“Mto loko véi” Herp Derplgruber.
Vitor,
30.03.2012
Windows 8 e o primeiro mês
Eita. Há 24 horas e 4 minutos (Agora são 23:56, Março 16) atrás fechou um mês desde que eu desembarquei do Herp e Derp 538, com destino a Santa Rosa, parando em Cruz Alta. Parece que faz muito mais tempo que eu cheguei, mas ao mesmo tempo, que passou tão rápido..
Nesse tempo, o Windows Eight Consumer Preview foi lançado. Como não tenho conexão boa pra baixar nem backup decente do conteúdo, nem me aventurei naqueles quadradinhos. Mas posso prever que vai ser um completo fracasso, na parte em que ele deveria agradar ao usuário comum e o avançado, que por diversos motivos, pode ser obrigado a usar Windows.
1 – Um familiar que nunca teve contato com grandes ~tecnologias~ está aprendendo a utilizar um computador, no curso mais conhecido daqui. E está achando o Seven difícil de usar. Imagina alguém assim usando aquele negócio dos quadradinhos.
1.5 – Como o design novo é obrigatório, esse usuário recém-chegado nem se acostumou com a interface clássica e já vai levar a nova como uma pedrada na nuca.
2 – Na minha visão de entendedor anônimo que só leu vários artigos escritos por gente que tem todas as iTralhas e mesmo assim prefere Windows, aquela interface é voltada para tablets. Eu tenho um notebook de 16″. Não tem touchscreen e é gigante. Porque forçar-me a utilizar o Metro?
~~ Herp derp, você pode mudar para o visual antigo com um clique! Deixa de ser chato. Poder eu posso, mas deveria ter uma opção para tornar a mudança permanente. Tem tanta coisa que não precisa no Windows, que recursos úteis ficam de fora.
3 – “Windows nunca é realmente bom.” disse o defensor do Linux.
~~ Falando em Linux: eu não consigo utilizar o Linux (Mint e Ubuntu, para os curiosos) como S.O. primária. Tem muito o que melhorar, até se tornar uma opção válida para o usuário comum. Só falta investimento e pessoal pra colocar pra frente. E menos gente trabalhando em 687965 distribuições similares.
Além disso, bati o recorde de ~Ouvir o maior número de bobagens ditas por creófilos em um mês~. Até tive meu caminho bloqueado (e meu abdome cutucado) por uma forma cheia de churrasco e as palavras “Não precisa levantar que eu te sirvo.”. (e nem estava pro meu gosto, da época em que comia essas coisas.) A coisa mais inteligente sobre não comer carne que disseram foi:
Se tu chegar lá em casa e não quiser carne, melhor ainda. Sobra mais pra mim.
Dias atrás, o ECAD resolveu cobrar de um blogueiro pelas músicas incorporadas do YouTube que haviam no blog dele. Não seria isso roubo, uma vez que a Google já paga pelo conteúdo? Com sorte, a gigante de Mountain View¹ tomou providências e, por enquanto, a cobrança já foi interrompida.
E finalmente, a parte do mimimi, que sempre foi o fogo a minha vida de blogagem de baixa qualidade.
Creio ter deixado meu coração em Porto Alegre (e uma parte em São Paulo, capital do Brazil, mesmo que nunca tenha visitado o país).
Comentários sobre como a vida está na capital da república me deixaram com vontade de estar lá, na mesma escola ruim e sentindo o mesmo desespero ao sair do portão de casa. O porque não importa.
Queria estar lá também, apenas na cidade, com dinheiro pra um e(s/x)presso, e então, desempenhar meu papel de one who cares. Sinto que isso é importante, mesmo que de modo imperceptível
Chega de mimimi.
Inscrevi-me em um programa de estágios e ainda não apareceram vagas para meu perfil. Como disse à Vic, “[...] estão corroborando a tese de que eu não valho nada.”. Quero dinheiro e quero por minha mente pra funcionar. Já está na hora de fazer isso. Não digo que demorei, pois ainda estou desbabaquizando (começou ontem, né Vitor.) e começar em uma época em que só ia fazer cagadas não ajudaria muito. Agora é a hora, e agora quero prosseguir.
Por fim, essa música do primeiro álbum do Edguy, por que Edguy é maneiro e eu sonho com concertos deles (essa parte é a que comentável sobre o sonho)
Curiosidadih, contentch, gentch.
Vitor,
17.03.2012
¹Como nunca vou escrever para um grande site qualquer de tecnologia, preciso gastar essas expressões curiosas aqui mesmo.. :/
Visual novo!
Olá, pessoas que ainda se dão ao trabalho de vir até aqui! Estu bonvena ao novo visual do blog!
Para ser sincero, eu não deveria estar mudando coisas aqui, e sim, escrevendo uma carta para a brazileira mais interessante do… Brazil, pois a prometi isso. Enfim.
Mudei o nome e o visual por que deu vontade. Fazia tempo que queria fazer isso, mas não tinha ideias. Agora você pode pegar aquele bookmark ou entrada do Read It Later e atualizar com o título novo.
Porque escolhi esse nome? Não vou comentar tão cedo, mas espero realmente que as pessoas fiquem sabendo. Você pode chutar e errar, é claro. Nada lhe impede.
Por algum motivo, esse tema está perdido em 2006, e ainda não aceita embed de tweets apropriadamente. Ficam como blockquote, instead. Serei obrigado a enfrentar essa dificuldade, por que ele é legal, tirando isso. Update: Isso parece resolvido.
Chega. Era só uma entradinha curta, para avisar os eventuais assinantes de RSS ou sei lá que diabos.
Não encerro hoje com uma música de qualidade, pois não quero que o ECAD venha me roubar (única palavra que explica bem o que acontece) trezentos pilas. No lugar, vou te deixar com um produto exclusivo de Cruz Alta:

Vitor.
08.02.2012
Sorvete azul e último fim de semana
Em meio a um grande torpor e um bocado de negação, meu provavel último fim de semana na capital chegou. Partirei na quarta-feira, se tudo sair como previsto. É melhor que saia, e acabamos com a novela e testamos minha resistência de uma vez. Acho que você já esperava que esse blog se tornasse uma grande narrativa do processo de mudança e os acontecimentos que sucederiam. E eu não queria que isso acontecesse.
Talvez seja um efeito natural, como nos primórdios de meu tumblelog. Graças a alguma divindade que funcione, o grande desespero passou, e só ficou o pequeno desespero, que não gerava texto nem vontade de trocar minha superioridade intelectual* por um corpo loiro, alto, [possivelmente] babaca e com músculos fortes e definidos. Enfim.
Fiz e continuarei fazendo pequenos passeios com algumas pessoas, para aproveitar os últimos momentos. Devido ao torpor e a negação, não fico desesperadoramente triste. “Não está acontecendo.” Como disse em algum momento, só vou perceber tudo isso quando cair sobre mim como uma bigorna.
Tudo o que posso dizer é que, aproveitei bem 2011. Alguma diversão e muito aprendizado sobre todo o tipo de coisa. Aliás, eu já disse isso. Tem um texto suficientemente grande sobre isso.
Já conheço a cidade em seu estado atual. Sim, estive lá entre 16 e 21 de janeiro. Tenho que concordar que é um lugarzinho afudê.
Não sinto que vou pegar fogo ao sair na rua, devido ao excesso de pessoas, carros com pessoas dentro e aquele ar que é quase inviável de respirar. Não temo ser atropelado na calçada, mesmo bem longe de qualquer entrada de automóveis. Até há um consideravel número de bicicletas. Sim, adoráveis, silenciosas e “não-poluentes” bicicletas, de todas as cores e modelos. Saudade de andar de bicicleta.
Tantos lugares legais pra visitar. Pena que são meio abandonados. Tem construções antigas, a pequena praça com a porra de um trem no meio, e outras coisas que deveriam ser tratadas com mais esmero. Dá pra fazer dinheiro. Ouviu essa, prefeitura!? O Centro de Convergência Cultural, que é uma estação de trem antiga, poderia ser tão legal, se não tivesse sujeira e cheiro de urina humana. Deveria ser (re) reformado, e utilizado para algo que preste. Repito, dá para fazer dinheiro. Clique aqui, aqui ou aqui para ver uma foto tirada nos trilhos do trem.
Aparentemente, a escola não tem um clima ditatorial, a julgar pela simpatia da diretora, que está em seu último ano no cargo. Cumprimentou-nos com um sorriso largo no rosto, e perguntou, com outras palavras, se eu me juntaria ao corpo discente da escola. Desejou boa sorte, ao saber que vinha de Porto Alegre.
Minha avó materna tem o cachorro mais legal do universo conhecido. Clique aqui para uma foto dele. Isso é suficiente para deixar tudo mais interessante.
Tem uma sorveteria muito legal, que fabrica seu próprio sorvete. E fica muito melhor do que parece. Arrisco a blasfêmia de dizer que é melhor que as marcas mainstream. ["Herpbon é muito mainstream, só como Sorviderp.", disse ele.] Seria um bom lugar para sentar e escrever, julgando pela proximidade da casa de minha avó materna e o clima do lugar, só falta Wi-Fi, para imediata publicação.
Quem lembra daquele sabor de sorvete azul, que ninguém sabe o que é exatamente? Eterno enigma na minha vida. Aliás, a primeira aparição dele na minha vida foi lá mesmo, há muito tempo. A história vem a seguir:
Um carro vendia uma quantidade absurda de picolés por três pilas (moeda da República Rio-Grandense). Eu, que não tinha nojinhos (comprei um picolé caseiro de 1 pila no final do ano letivo, o qual não se sabia se era feito de água ou leite, então não mudou muito.), providenciei a aquisição de uma porção. Entre os picolés, havia um azul. Ninguém identificou o sabor e assim ficou.
Depois de anos, servi-me de uma bola [Tchêê!!] deste, no buffet da Sorviderp. Na plaquinha, dizia algo como “Blue herp”, não o sabor. Lembrei daquele dia e de como eu não gostava do lado da cidade onde o vendedor passava. Hoje, gosto menos ainda. Ao menos, todos se afastaram um pouco ou mudaram pra Santa Catarina.
Chega por hoje. Não pensei nada para perguntar aos queridos leitores. Compartilhem seus pensamentos sobre os últimos dias, começando por janeiro. (D:) Aproveite uma música perfeita, para ficar mais tempo aqui.
Vishshshshshshshshsh.
Vitor.
12.02.2012
Não assisti ao video, só ouvi o áudio, então não sei como é.
*Que palavrinha feia, essa. Me lembra coisas desagradáveis. Não gosto de utilizá-la, mas não lembrei de nada melhor.
Lei seca, café da manhã e Anonymous
Entrei na padaria e logo imaginei que a balconista estivesse pensando: “O que faz este indivíduo ridículo a essa hora da manhã aqui?” Tive a brilhante ideia de sair as 07:00 a.m. para tomar café e escrever um pouco em meu caderno. Queria atualizar o blog, mas entrava em parafuso cada vez que começava algo aqui no quarto.

Sim, estou tirando foto da mesa. Algo contra?
O lado ruim de ter cabelo grande e ridículo, além de ter cabelo ridículo, é a pessoa da mesa ao lado, que vai ficar te olhando e pensando sobre hippies e pensando “Que tamanha bobagem vegana comunista pró-escolha ateísta e gay ele deve estar escrevendo ali no caderno nesse exato momento?”, e se não está olhando, vai olhar, mais cedo ou mais tarde.
Por que exatamente esses tópicos? Estava eu refletindo um dia sobre um mix de dois tópicos: 1- O que a galera de Cruz Alta deve ter achado desse Vitor que os visitou e já está matriculado em uma de suas escolas; 2- Quais valores e ideais deve ter a pessoa mais odiada do universo? Devo ser, a partir daquela semana, “O filho viado, roqueiro, vegetariano, comunista e cabeludo da Derpina.” (Note que eu só falei sobre “vegetarianismo”, para explicar por que a recusa da carne nas refeições e ouvir como carneiro é delicioso e faz bem pra saúde. Por algum motivo, lembrei imediatamente do bode, cuja alcunha era Zé, que virou um tambor (a parte em que se bate) para o Centro de Umbanda do Pai Derp e Mãe Herpette. Note também que eu não sou comunista, mas faço e digo coisas que hão de gerar ligações para o governo, caso o comunismo torne-se novamente o grande inimigo do país) Aliás, ainda quero uma camiseta do Bad Religion, de preferência uma com a crossbuster bem grande. ~Алексей e Vitor riem, sem motivo aparente~
NOVA LEI SECA:
O som da TV é ininteligível e o closed caption (adoro essa expressão) não está ligado, mas há um slide com o título “NOVA LEI SECA”, e uns tópicos que sumiram na velocidade da luz no vácuo. Creio que estejam reformando a antiga Lei Seca.
Do site oficial do jornal A Gazeta: (SOPA/PIPA estuprar-me-ia[m]* por essas linhas copiadas)
Como é hoje:
Infração: Dirigir alcoolizado com concentração inferior a 6dg/litro de sangue Punição: Multa de
R$ 957,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano. Recolhimento da CNH e apreensão do veículo até ser retirado por outro motorista habilitado
Crime: Concentração igual ou superior a 6dg/ litro de sangue
Pena: prisão de 6 meses a 3 anos Multa de R$ 957,70 e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigirComo ficaria:
Crime sempre: Dirigir alcoolizado se tornaria crime independentemente da concentração de álcool. Há também a proposta de dobrar o valor da multa e o tempo de suspensão da CNH.
A matéria ainda diz que aquele que recusar o exame do bafômetro será preso.
As mudanças são boas, concordo. Dizem os antigos que “Quem não deve não teme.” Levar uma multa de quase 2K dinheiros na cara por beber uma garrafinha de aice**, ou ser preso por não colocar a boca em um canudinho assustará muita gente.
Porém, lembrei-me do tempo em que a Lei Seca original saiu:
Só o que se falava (tipo hipérbole, obviamente), quando eu assistia a um noticiário ou pegava um jornal, matérias sobre blitze, números altos de pessoas flagradas e acidentes reduzidos, gente passando por blitze e outras coisas, pra mostrar serviço e dizer que a lei transformou o Brazil (nem vou falar nada sobre o z) na Unicorngummybearsandfluffywhitecloudsland. Ouvi até de um insider do/no ramo de bares e restaurantes que a venda de bebidas alcoólicas (na ocasião foram mencionados chopps cremosos e vinho) havia caído consideravelmente. A julgar pelo falatório todo da mídia, a tal lei fez grande efeito. █████████Minitrue█████████████████ E como a mídia não mente, de fato fez efeito.
Mas, do nada, como se nada tivesse acontecido, não se ouviu mais falar na lei, nem as blitze, nem os números. Ora, legal hein. Até onde se sabe, as blitze diminuiram junto com as notícias, e os chopps cremosos venderam como o usual. Mais legal ainda.
Deep inside, acredito que as autoridades encarregadas de fazer a lei cumprir deveriam trabalhar mais na lei atual. Depois que tudo estivesse bem engatado, se reformaria a lei, de acordo com a análise dos resultados. No final, só vai gerar bafafá, mais uma vez, e nada vai acontecer efetivamente. Mentira. O governo sabe o que está fazendo e há de tomar a melhor decisão em favor do Povo Brazileiro.
Note que tudo o que falo sobre leis e afins, tem aquele toque do genial “Entendedor Anônimo“. Não, ao contrário do que alguns acreditam, não tenho desprezo pelas leis. Não acho coisa de homem deixar os códigos de lado. :) Até cogitei por um bom tempo, e fui apoiado por um querido amigo, cursar direito. Mas não sei muito sobre isso, por isso o entendedor anônimo. Há muitas falhas a serem cobertas. Aceito comentários de entendedores e gente interessada no assunto.
Será que o Globo Repórter disse que presunto dá em árvore? Não é possivel que a primeira resposta a “Quais desses não tem carne?” seja “Esse de presunto e queijo.” sem motivos.
Presunto é um produto alimentar obtido a partir das pernas traseiras do porco, salgado em cru e curado de forma natural. Fonte: Wikipédia, a fonte de seu trabalho escolar.
ANONYMOUS:
Ultimamente, tenho visto mais matérias sobre estes digníssimos indivíduos. Claro, todos falam sobre sites que cairam (ainda se usa LOIC?) e o temido ataque ao feice. Resolvi deixar esse vídeo, que não é novo, mas é válido:
Acho que vou encerrar por aqui. Já está bem extenso, considerando a atenção das pessoas (eu) hoje em dia. Pergunta do dia: Como vão as férias?
Pra encerrar de forma maneira, vai uma música, dedicada a uma recém-descoberta (nem tanto assim) leitora:
*O leitor não deve confiar na ideia de a colocação pronominal do texto está correta. Aliás, nada relacionado a ortografia no texto.
**Se você acha que eu realmente não sei escrever essa palavra corretamente, facepalm pra você.



